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Fundo Documental

A implementação de uma política de fundos documentais é pensada com a finalidade de fomentar uma política de criação de Fundo Documental no interior da instituição, pensando inicialmente na história disciplinar da Linguística, nosso objeto de estudo, mas visando algo maior nas relações que se estabelecem entre as diferentes áreas de produção do conhecimento e os trabalhos desenvolvidos por pesquisadores que dedicam toda uma vida profissional em prol da universidade e têm de fato um imenso legado histórico que precisa ser preservado, tratado, arranjado para estar disponível à consulta dos pesquisadores que estamos formando.

O primeiro fundo a ser pensado e criado foi o Fundo Documental Neusa Carson (FDNC), designado pelo nome de uma importante linguista do sul do país, que viveu e trabalhou na UFSM e na PUC/RS nas décadas de 70 e 80, com pesquisas importantíssimas na descrição de línguas indígenas, mais precisamente o Macuxi, em Roraima. Após a criação e implementação desse primeiro fundo documental, o Laboratório Corpus recebeu a doação do acervo pessoal de Michael Phillips sobre William Blake, o qual está sob a responsabilidade do pesquisador Prof. Dr. Enéias Farias Tavares. Ainda em 2012, foi assinado o Protocolo de Intenção de Doação do acervo pessoal da professora pesquisadora Maria Luiza Ritzel Remédios por João Antônio Remédios, seu filho, ao Laboratório Corpus. O último acervo pessoal recebido pelo Laboratório Corpus deu origem ao Fundo Documental Aldema Menine Mckinney (FDAMM), designado pelo nome da professora doadora do acervo, que durante mais de 25 anos trabalhou no Departamento de Metodologia do Ensino do Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Maria, voltando-se para a questão educacional indígena, rural e de zona fronteiriça.